Estava aqui eu organizando meus materiais de cabeleireiros e matutando sobre minhas chapinhas... voltei lá no tempo, lá no fim dos anos 90 quando minha então cabeleireira me apresentou essa novidade e lembrei da minha primeira - e pré-histórica - chapinha, que lá na frente eu vou contar com mais detalhes sobre ela.
Nessa "matutança", me bateu a curiosidade sobre a história das chapinhas e descobri que ela não se trata de um artefato moderno, mas sua história começa lá em 1890, sendo aperfeiçoada e patenteada em 1909 pelo americano Isaak K. Shero. Naquela época ainda era bastante perigoso, pois as mulheres corriam o risco de sair com os cabelos chamuscados, já que eram aquecidas a carvão e não tinha controle certo de temperatura. Imagina?
A primeira chapinha elétrica surgiu nos anos 80, mas devido ao alto preço e difícil acessibilidade, ela só se tornou popular em meados dos anos 90. De lá pra cá, a chapinha passou por diversas evoluções, tanto no material usado (cerâmica, turmalina, titânio) quanto em benefícios (íons negativos e infravermelho), ainda utilizada em diversos processos químicos (cauterização, selagem capilar, escovas progressivas etc), tornando-se aliada número 1 daquelas que desejam ter suas madeixas alisadas (ou quiças, cacheadas!)
A minha história particular com elas aconteceu aproximadamente em 2001, quando comprei aquele trambolho a minha primeira chapinha. Era um pedaço de ferro vermelho e medonho, com dois cubos de ferro nas pontas. Mal prensavam e ainda levava mais de 15 minutos pra esquentar e ainda assim, não atingia uma temperatura aceitável! Era pesada e esquisita. Mas em comparação às profissionais que eram vendidas por um preço absurdo, ela foi a que saiu mais em conta. Bom, isso só no preço, porque a raiva que eu passei com ela... abafa! Minha segunda chapinha foi uma dessas da Polishop, que prometia alisamento com os cabelos molhados. Nessa época eu ainda era "filhote", não tinha nem 1/3 do conhecimento e experiência de hoje em dia e acabei caindo na besteira de comprar essa porcariazinha que não secava o cabelo por nada no mundo e - pior! - estava convertendo minhas madeixas em piaçava pura. O que gastei com tratamento não valeu a pena nem um pouco! Já na terceira chapinha, eu apelei! Queria aprender sobre o assunto, trocar ideias com profissionais, pra investir em algo que eu realmente pudesse tirar um bom proveito. Aí me apaixonei por uma da Gamma. Linda! Rosa! De cerâmica! Essa me deixou satisfeita, até sofrer um curto (que minha irmã lembra com susto, coitada! Ela estava lá, toda pimpona alisando os cabelos quando... bzzzz! Tou tentando não rir, juro! ><). Gostei tanto da Gamma, que acabei pegando outra... mais moderna, fazia até cachos! Essa eu tenho até hoje e é minha fufi! Linda! Rosa! De cerâmica! Infravermelho! Desliza super bem! Levinha! Faz lindos cachos! Hoje em dia, com meu curso profissionalizante de cabeleireira, investi em uma nova chapinha, a tal da Nano Titanium da Babyliss, com regulagem de temperatura e perfeita pra escovas progressivas e cauterizações. Até fiz uma breve resenha sobre ela aqui no blog, especificamente pra quem deseja comprá-la.
E meus investimentos em chapinhas certamente não vão parar por aí, já que todos os dias novas tecnologias são acrescentadas nesse acessório, facilitando nosso trabalho, reduzindo danos e trazendo cada vez mais novos benefícios, pra cabelos lisos serem sinônimos de saúde, brilho, sedosidade e leveza!
Viva as chapinhas!








